quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Fico f*dida

Curioso que digamos aos jovens que se interessam genuinamente por política e a discutem 
"ah mas tu és jovem e não sabes nada da vida, e mais à frente mudas de ideia".

Mas quando esse jovem vai cuidar da sua vida e deixa de entrar em confrontações/argumentações públicas, o comentário geral é "esta juventude não quer saber de nada mesmo, são uns preguiçosos, querem lá saber de politiquices para quê".

já viram aqueles posts todos por aí sobre as adidas boost? Pois este post não é sobre isso



Comprei estes ténis em dezembro passado (se não estou em erro, mas se estiver confirmo ali no feed do facebook e já venho cá corrigir).

Eu leio muitos blogs, e quando digo muitos são muitos mesmo, e sei que por altura do natal eu tinha os pés completamente arruinados do trabalho (estava a fazer trabalho de limpeza num hotel, era a época mais puxada, eu tinha alguns trabalhos extras, e andorra não é propriamente plano portanto haviam subidas e descidas no caminho para casa)... Todos os blogs falavam das adidas boost, e "ai que são como pantufas", "ai que até dormia com elas se pudesse", "ai que valem cada cêntimo". Fui a uma loja, olhei para a etiqueta e torci-lhes o nariz imediatamente (sim sou dessas forretas), mas como estava tão massacrada decidi provar, e basicamente dei meia dúzia de passos na loja e não fiquei convencida, não me pareceram toda aquela "meca do conforto" que apregoavam. Ficaram na loja.

Dias depois a minha chefa chega ao trabalho com umas skechers (um modelo mais tipo sabrina) e ela veio toda ligeira e estilo "Ninja" e dizia "Ana tu tens que comprar umas destas" e eu fiquei "ah mas não são muito o meu género" e ela dizia "vais à loja ainda hoje e compras uma, a sério, são cinco estrelas, melhor até do que andar descalça", e eu fiquei tipo "olhe vou pensar" e ela respondeu "eu empresto-te as minhas agora mesmo se as quiseres experimentar, a sério, são um mundo à parte" e eu fiquei "não, eu trato de passar na loja ao sair" (nunca que eu, eu que desinfecto sapatos novos - nunca sei quem os experimentou ou usou não é? - ia experimentar os dela) mas tanta insistência fez-me ir à loja uns quantos dias depois, e sabeis o típico post "ai que parecem pantufas", "ai que até dormia com elas" e assim? Eu escreveria todas essas frases cliché aqui, e repetiria até à exaustão, valem mesmo a pena. Não sei que magia tem aquela palmilha mas é mesmo assim "magia", horas e horas em pé a limpar casas-de-banho e a fazer camas? os pés não acusam, horas extras a engomar? nem dou por ela... As minhas custaram 65€, o modelo ainda está no site Ó, AQUI
Sou sincera, sou uma forreta para comprar roupa e sapatos, mas isto? Tenho umas quantas mais debaixo de olho, e irei lá experimentar quando tiver oportunidade. 

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Tipo estas aqui 



Ou estas



Quem sabe,talvez estas aqui para caminhadas 




Estas, para quando as minhas actuais se desintegrarem



E, estas lindonas para passear o meu evaristo (que é só igualzinho ao desenho, o que não afectou nada a minha escolha obviamente :P ) 


*não, este não é um post publicitário (bem que podia ser), e não, não tenho nada contra as adidas boost - se calhar tenho um bocadinho de raiva por toda a conversa que elas geraram quando eu não vi nada de especial nelas




sexta-feira, 30 de setembro de 2016

sobre os filhos e os animais

(Texto largo, passem adiante se não tiverem paciência para ler)


Há alguns meses saiu uma noticía sobre um pitbull que tinha atacado uma criança de dois anos.
Houve um frenesim nas redes sociais, toda a comunicação social noticiou o caso, grande parte da blogosfera comentou e por aí vai.

Eu e o meu companheiro pensamos e planeamos ser pais, nada de extraordinário certo? só que nós temos um cão igualzinho a esse que matou a criança... Estive dias à beira de lágrimas, a ler tudo o que a comunicação social publicava, a tentar de alguma forma entender o que passou, o que podia ter sido feito, a tentar apurar responsabilidades.

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Postei o seguinte texto e foto no meu mural do facebook 

este é um texto complicado, mas vou ter que escrever

o cão na foto abaixo é o tete Evaristo. é o nosso cao, tem dois anos e uns pozinhos, foi adoptado por nós pouco depois do desmame. o Evaristo pesa 25 kilos (ou pesava isso da ultima vez que fomos ao vet), é bastante tranquilo, gosta que brinquem com ele na montanha, sabe quando algum de nós chega a casa, assusta-se com camiões grandes e ruidos fortes (como o aspirador, geradores, secadores do cabelo) e larga a correr como um desgraçado atras de passarinhos ou moscas, bebe mais depressa a agua morna que a agua fria e fica muito curioso quando eu faço exercício em casa.

quando o adoptamos precisamos colocar-lhe o chip (e registar o chip), fazer seguro, vacinar, e registá-lo na nossa freguesia. fizemos tudo isso; ele entretanto cresceu e fomos sempre tentando educa-lo, educa-lo a usar açaime quando na rua, educa-lo a sentar antes de comer, educa-lo a dar a pata quando dizemos para "saudar" alguém, educar a não se por aos saltos com alguém novo mas sim a cheirar e a seguir tranquilo, educa-lo a não fazer as necessidades dentro de casa e a não comer os sapatos, essas coisas todas. e ele cumpre com tudo isso.

faz meses, eu ia buscar o meu homem ao trabalho, na rua eu levo-o sempre ao meu lado, com açaime e corda curta, nesse dia ele ia assim, alguns turistas aproximaram-se de nós duma forma não muito amigável (estavam bebedos) e ele ainda que detido colocou-se na defensiva, e todos nós temos ideia de como é, todo o corpo em riste, orelhas levantadas, grunhido, assim estava, consegui distraí-lo e seguimos, e não duvidei por um segundo que se ele não estivesse com corda, se ele não levasse açaime, se nós não o tivéssemos educado minimamente para que ele reagisse a minha distração, ele tinha atacado. o veterinário defende que ele possivelmente entendeu aquelas pessoas como ameaçadoras e se colocou à minha frente para me defender.

nós temos entendido que o nosso cão é dócil, nós achamos que ele é tranquilo, nós fazemos os possíveis, a cada dia por educa-lo, por dar-lhe carinho, por satisfazer as suas necessidades de exercício comida e mimo.

esta noticia saiu hoje nos jornais
https://www.publico.pt/sociedade/noticia/crianca-mordida-por-cao-em-beja-morreu-no-hospital-1579897

uma criança de 18 meses, foi à cozinha, o cao dormia lá as escuras, a criança tropeçou por cima dele e o cao atacou-a. a criança morreu

eu não sei as circunstancias ou cuidados que o animal tinha (a noticia não esclarecia) mas eu sei como vi as coisas funcionarem em Portugal, eu sei que tipo de homem geralmente adquire um cao destes, eu sei que tanto em Portugal, como em espanha como na frança como aqui em Andorra, os donos tentam sempre escapar ao seguro, ou as medidas de proteçao, ou aos treinadores. quanto ao caso em particular já me perguntaram se eu não tinha medo.
eu não tenho crianças em casa, e não sei como reagiria a um cenário destes, para mim tudo isto foi um terrivel acidente, tal como podia ter sido se o meu cao não fosse bem agarrado naquele episodio com os turistas que falei acima

sinto muito pela família da criança, e espero que mais medidas sejam tomadas pelo governo para evitar que casos destes aconteçam

e acima de tudo deixo uma mensagem que a minha mae me ensina há anos "os caes não se confessam", eles não tem pensamento racional como o nosso e reagem a instintos, por muito que sintamos que eles são parte da família, eles não são pessoas, não devem ser tratados como pessoas, e amá-los é garantir que sabemos que são animais e termos isso em consideração a cada segundo





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Por essa altura, no perfil do facebook d'A maçã de eva surgiu a mesma discussão ou algo dentro do tema (busquei e busquei e não encontrei o que era suposto, insiro aqui depois caso encontre) e eu disse num comentário que odiava o meu gato, sim nós temos o cão acima e um gato. O gato já cá estava quando eu me mudei, o cão foi adoptado por nós dois em conjunto, não maltrato o gato mas a verdade é que não foi uma escolha minha tê-lo, não consigo criar vínculo com ele da mesma forma que criei com o cão, mantemos ambos com cuidados em dia, seja comida, casa, afecto, exercício, porém não consigo sentir nada pelo gato. E os comentaristas cairam-me em cima, dizendo "ai se fosse minha mulher já tinha posto as malas à porta por dizer isso" e pérolas do género.  
Por mensagem nesse mesmo dia, uma pessoa sentiu-se no direito de dizer que eu devia ter os animais retirados, que não devia nunca ter filhos, que se fossem filhos vamos a ver se falaria assim deles, e coisas dentro do género.

A coisa ficou feia de tal jeito que aquela caixa de comentários chegou ao blog da mais picante (podem ver neste link nos primeiros comentários, gente a falar sobre isso) 


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Quero então "comentar" e "dizer de minha justiça" sobre umas quantas coisas, agora que o assunto já cristalizou na minha cabeça.

1. Odeio o gato, amo o meu cão - não maltrato nenhum dos dois, não lhes falto com nada, não posso converter a minha casa num abrigo (por conta da lei em relação a termos este cão que nos impede de adoptar/comprar mais animais), contribuo com o que posso para alguns guardiães de animais ou associações, tenho ambos os meus bichos com toda a documentação, vacinas, seguro, e cuidados em ordem, porque acho que devemos ter animais SEMPRE DE FORMA RESPONSÁVEL... O único detalhe é que com o cão consegui criar vínculo, com o gato não, simples
2. O meu marido devia ter-me expulsado/"metido malas à porta" por eu não gostar do gato - quando eu escolhi o meu marido, já sabia que o pacote incluía o gato, quando ele me escolheu a mim já sabia que eu odiava ter que aspirar a casa toda diariamente por causa dos pêlos do gato, chegamos a um consenso, ele cuida do gato, eu cuido dele. Não me levem a mal os comentadores mas acho medonho que alguém decida negar o amor e afecto humano por um detalhe como este, mas cada um saberá quais são os seus "deal breakers" e para mim é tudo ok.
3. Eu não devia nunca poder ser mãe porque claramente não sei o que é ser dona dum animal, quanto mais dum bebé humano -  vamos parar com esta merda de que ser dona dum animal é igual a ser mãe, não, não é. Enquanto eu não poder deixar um bebé com uma taça de ração e outra de água para ir trabalhar ou às compras, enquanto eu tiver que assinar um termo de responsabilidade anual, seguro e tratamentos por ter um cão potencialmente perigoso, mas não tiver igual obrigatoriedade ao ter um bebé não falamos da mesma coisa. O amor revela-se de muitas formas, mas é incomparável neste caso.
4. Outra treta que surgiu foi quando em algum destes sítios (já não me lembro em qual) eu defendi que "entregassemos" os animais caso nos sintamos sem condições para os criar, e alguém dizia "claro, e quando tenhas um filho fazes-lhe o mesmo não é?" e sim, basicamente é isso, se eu por qualquer motivo sinto que não posso mais criar o meu cão (e neste caso falo em questões de agressividade/dominância) ou seja, se o meu cão algum dia começa a mostrar-se violento, eu tratarei de primeiro buscar-lhe apoio (como já fiz antes, buscando treinadores e aulas para ele), e caso a situação fique insuportável para mim, pedirei ajuda a um abrigo ou associação ou mesmo entregá-lo-ei a quem tenha mais conhecimento do assunto que eu... Da mesma forma que supondo que algum dia eu seja mãe duma criança/adolescente que eu não consigo controlar/orientar/ensinar tratarei de pedir ajuda seja aconselhamento, ou terapia ou qualquer outra opção, ou caso a situação fique grave tratarei de pedir ajuda às autoridades ou entregá-lo para que alguém me ajude... Eu não nasci ensinada nem para dona de animal nem para mãe, e portanto assumo que devamos sempre pedir ajuda quando necessário, isso faz de mim "mais fria"? Pois tudo bem, serei uma pessoa fria a tentar ser racional. 

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Fico revoltada com os extremismos de ambos lados, seja dos fanáticos dos animais, ou dos fanáticos da parentalidade, vamos sentar e conversar está bem? 





terça-feira, 27 de setembro de 2016

e depois diz que o problema é não ter mãe para o ajudar

"três dias com as mesmas calças? nem quero imaginar o cheiro a bacalhau que vem daí"

- diz o homem que usa as mesmas calças toda a semana e só as mete a lavar na folga

(tenho quatro pares de calças, um em lavagem clara e outro em lavagem escura repetidos porque encontrei a bom preço e comprei igual - coisas de quem veste tamanho grande)

domingo, 18 de setembro de 2016

eu tento entender estes americanos mas não está fácil

Amigo americano: sabias que querem passar uma lei que proíba a venda de refrigerantes maiores de x tamanho?
Eu: não, então mas porquê?
A.A.: o governo quer diminuir a obesidade e o consumo de refrigerantes está entre as causas da obesidade
Eu: e tu que pensas sobre isso?
A.A.: concordo a 100% e só acho que podiam estender essa limitação a toda a comida rápida, refrigerantes, doces e tudo que seja mau para a saúde
Eu: então mas tu sabes que o problema não está propriamente no refrigerante mas na quantidade de refrigerante que tomas associada com outros maus hábitos? fora o facto de que se uma pessoa quer tomar dois litros de coca cola e só vendem latinhas pequenas a pessoa só pega em mais latinhas e leva na mesma os dois litros de coca cola
A.A.: ah mas o governo tem razão, a obesidade é uma epidemia, e faz mal e as consequências são devastadoras para todos
Eu: não é bem assim, porque se tu quiseres fumar isso interfere directamente com quem possa estar a respirar o mesmo ar poluído que tu, mas se quiseres encher-te de coxinhas de frango e morrer de enfarte, és tu que morres não os outros
A.A.: ah mas os obesos causam despesas enormes para o sistema de saúde, e todos pagamos por isso
Eu: espera lá, mas então vocês americanos tem sistema de saúde público pago por todos?


silêncio desde aí, aguardo resposta até agora

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Tudo para os botes de vidro *2


Parte de querer "minimalizar" os objetos que tenho, e "desapegar" de muitas coisas passa por entender a quantidade de objetos que tenho que cumprem a mesma função.

Geralmente os meus batons estão sempre um em cada bolsa (sim, sou das que troca de bolsa quase diariamente), ou vários na casa de banho, outros tantos no roupeiro, alguns na mesinha de cabeceira, e o que acontece geralmente é, preciso dum baton de cieiro em dias mais frios? Nunca sei onde está. Gostava de pôr um baton mais escuro? tenho que lembrar qual foi a última vez que o usei e em qual bolsa poderá ter ficado.

Assim eles estão todos guardados no mesmo sítio, de forma ordenada e "limpa" (caso algum deles derreta ou sei lá o bote vai a lavar e está novo), não tenho que comprar recipientes caros para os guardar, não tenho que estar a comprar caixa xpto porque cada baton tem o seu formato, e acima de tudo, "centralizo" tudo para os encontrar facilmente e saber onde arrumar depois do uso ou caso apareça algum perdido por aí.


sexta-feira, 2 de setembro de 2016

nailed it

Já faz tempo, ele chega a casa com uma pasta de chocolate, ao que lhe digo "estás a tratar de engordar-me?".
Passam uns dias e ele traz iogurtes líquidos 0% açúcar, ao que lhe digo "estás a sugerir que estou gorda?".
Hoje ele traz-me uma destas, e diz "e é das pequeninas para não dizeres que inchas muito".


sábado, 27 de agosto de 2016

eles dizem que as camareiras são todas pouco rigorosas

Eu digo que estou cansada.
Cansada de nunca ter o material necessário quando é preciso e ter que andar a correr dum lado para o outro para que tudo esteja em ordem.

Cansada das entidades patronais que querem todos os quartos e casas de banho limpos com muito brio e rigor mas não querem lixivia ou amoníaco porque cheiram muito, não querem ter trocas diárias de roupa de cama porque aumenta a lavandaria, não querem estar sempre a pedir produtos e material de limpeza e esperam sempre que os clientes estejam contentissimos com os items de oferta mas sem os usarem.

Cansada dos clientes que saiem para o pequeno-almoço e acham que no tempo em que eles fumam um cigarro e tomam um café tudo está limpo sem saberem sequer a ordem de trabalhos das empregadas ou o tempo necessário; de clientes que usam de todo tipo de esquemas para conferir se o nosso trabalho está realmente feito e que incluso nos gravam sem o nosso consentimento ou autorização para certificarem-se que cumprimos o nosso serviço; clientes que ostentam todo o dinheiro possível mas ficam num 2* em altura promocional e escondem items do pequeno-almoço no quarto para mais tarde porque "já está pago posso usufruir"; clientes que acham normal pedir toalhas limpas duad ou três vezes num só dia ou que se esquecem de colocar o sinal de "não perturbe" e acabam por ser apanhados literalmente com as calças na mão. 

Cansada de querer dar o melhor d mim, esforçar cada dia e ser questionada e criticada a cada segundo.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

sumos "vitaminados"

sumo de laranja com larvas

Assim de repente a padaria portuguesa não era aquele sítio super caro e super in que várias bloggers recomendaram recentemente?

domingo, 31 de julho de 2016

Dizem que é verão mas eu verão ainda não vi

Comprei este primeiro novelo há mais de um ano porque adorei as cores. Não fui capaz de lhe tocar por achar que ele era demasiado bonito. Entretanto nas férias a Portugal encontrei outro igual, e guardei, porque coisas tão lindas precisavam de algum destino especial.


(Os dois irmãos)
Ontem fazia um frio daqueles, mas para "desenjoar"da manta em que estou a trabalhar lembrei-me deste fio que tinha guardado.


Fui improvisando e saiu assim, adoro o material, mas acho que por ser tão irregular em termos de grossura, dificultou as coisas (eu gosto de ter a tensão sempre perfeita).


detalhes técnicos:
Marca > Ofil
Coleção > Desygual 
Cor > 5705
composição > 70% acrílico / 30% lã

Agulha recomendada: 11 ou 12
Agulha utilizada: 7mm de plástico 
Preço: o novelo comprado aqui custou aproximadamente 3€ o que foi comprado em portugal foi aproximadamente 7€. só utilizei um novelo de 100 gramas (o outro fica para algo futuro) 

domingo, 17 de julho de 2016

sábado, 16 de julho de 2016

tudo para os botes de vidro

Tinha um tuperware com rebuçados sempre a cair do armário.
Geralmente agarro um rebuçado ao tomar um café ou ao fazer café para alguém, mas como estava no armário nem sempre me lembrava.

Tinha um bote de maionese vazio e com um formato bonitinho. Coloquei os rebuçados dentro. E acho que ficou prático e bonito.

:)

quinta-feira, 7 de julho de 2016

máquina de cápsulas vs máquina de manípulo

Acho que em Novembro ou antes disso, do ano passado, a minha máquina de café avariou.
Era uma máquina das "americanas" com uma jarra de vidro, e de filtro, que já estava cá em casa quando me mudei.

Eu e o meu companheiro fomos então procurar máquinas de café, acontece que nós (eu mais que ele) gostamos de estar muito atentos aos preços, porque embora tenhamos uma situação mais ou menos confortável, preferimos poupar.

Encontramos uma máquina de café dolce gusto (dessas de cápsulas) a 29,99€ (a mais barata), normalissíma, e encontramos uma Saecco (que eu adorei) de manípulo a 82.80€.

Relembro que nós gostamos de poupar, e portanto a primeira alternativa parecia bem mais em conta.
Fomos para casa pensar no assunto.

Aqui em casa só eu é que tomo café, e se eu estou em casa todo o dia, são 4 ou 5 cafés que tomo, se trabalho, são 2 ou 3. O meu companheiro não é grande fã de café e toma 1 por semana ou nem isso.

Já com a máquina que tinhamos antes gastavamos café moído, portanto sabíamos que o café que gastavamos era geralmente o Nestlé Mezcla, ou Nestlé Natural e ambos saiem a 1.57€ a embalagem de 250gramas no supermercado onde costumámos ir. Também sabiamos que quando queríamos "cortar gastos" trazíamos para casa um de Marca branca que saía a 2.02€ a embalagem de 500gramas (que parece de gosto igual, pelo menos para o meu paladar).
Andamos a ver preços para as cápsulas que leva a outra máquina, e o sítio mais barato que encontramos elas saíam a 3.20€ a embalagem de 16 doses. Também existiam as de "marca branca" que saíam a 2.50€ por 16 doses porém a qualidade revelou-se tão inferior que nem questionamos essa opção.


Fizemos então os cálculos (e deixo a caixa de comentários aberta a discussão caso queiram corrigir ou sugerir algo).

Supondo que uma dose de café, representa 10 gramas (dose indicada na embalagem do café nestlé), e que nós tomamos 2 cafés por dia nesta casa.

->   Marca branca - 500 gramas - dá para 50 doses - sai a 0.04€ cada dose
->  Nestlé - 250 gramas - dá para 25 doses - sai a 0.06€ a dose
->  Cápsulas da nestlé - 16 doses - sai a 0.20€ a dose

colocando as contas "para a nossa situação" de dois cafés diários
-> Com a marca branca, precisaríamos de 60 doses (para um mês de 30 dias), portanto compraríamos dois pacotes de 500gramas, sendo que do segundo pacote só gastaríamos 10 doses e não o pacote todo, mas façamos as contas a dois pacotes (porque ninguém compra um décimo do pacote não
é?) ........ 2 pacotes de 500 gramas a 2.02€ cada um daria - 4.04€ por mês
-> com o Nestlé precisaríamos de 60 doses, mas tendo em conta que cada embalagem dá para 25, compraríamos 3 pacotes, (e voltariam a sobrar doses no último, mas não dá para trazermos pacotes parciais) ....... 3 pacotes de 250 gramas a 1.57€ cada um - 4.71€ por mês.
-> Com as cáspsulas seriam precisos 3.75 caixas (coisa que não existe) para perfazer as 60 doses,  portanto punhamos-lhe 4  caixas.... 4 caixas de 16 doses, a 3.20€ cada uma - 12.80€ por mês


Gastaria aproximadamente 3 vezes mais com a máquina de cápsulas mensalmente, embora inicialmente pagasse pela máquina de cápsulas aproximadamente 3 vezes menos.

(PS: compramos a Saecco em janeiro ou fevereiro deste ano, bastante contentes até agora)

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Não querendo generalizar mas já generalizando

Português em Portugal vê pessoa no supermercado a um fim de semana às compras, "trajando" fato de treino e sapatilhas desportivas.
- "ai mas que pobreza de espírito, é tudo tão parolo, tudo sem noção de estilo"


Português num centro comercial em país estrangeiro vê pessoa no fim de semana às compras com o mesmo conjunto de fato de treino e sapatilhas desportivas.
- "aqui fora é que é bom, ninguém se importa com o que se veste, gente pobre ou gente rica andam todos como querem".

chegou a Primavera a Andorra *2





quinta-feira, 23 de junho de 2016

anti estrias da mustela

Às vezes as pessoas dizem-me "ah em Andorra já valeu a pena comprar"

Eu acho que é uma questão de saber comprar.
Aqui em Andorra, duas bisnagas de 150ml (dentro da caixa), 25€



Em Portugal (só consegui encontrar este site mas uma amiga minha disse-me que tanto em wells e em farmácias geralmente gasta dos 20€ para cima)...por uma só embalagem de 150ml.



chegou a Primavera a Andorra *1


sexta-feira, 17 de junho de 2016

alguém um dia terá que me explicar isto como se eu tivesse cinco anos

Eu leio isto aqui
chile produz energia solar suficiente para ser gratuita.

E penso em todo o investimento feito em energias renováveis em Portugal, e depois relembro a conta que os meus pais pagam em luz mensalmente (que é um absurdo) e surgem um monte de dúvidas.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

disfruta do caminho

https://www.youtube.com/watch?v=V2PP3p4_4R8



Não te foques nos teus objetivos mas no teu comportamento.
Muda o teu comportamento para aquilo que podes fazer hoje que te deixa mais próximo do teu objetivo.


Porque me parece uma boa mensagem



quarta-feira, 15 de junho de 2016

terça-feira, 14 de junho de 2016

ainda na saga do roupeiro mais minimalista

Fiz este post aqui à dias, sobre reduzir o meu roupeiro.
Como entendi que não conseguia "resumir" tanto as minhas coisas decidi fazer um "lembrete".

Peguei num bloquinho (dos quinhentos mil que tenho por casa), e numa caneta normalíssima escrevi estas perguntas simples.

Plastifiquei o papel.
Agarrei um rolinho de washi tape (que começo a coleccionar em casa se sou sincera)
Colei dentro do roupeiro.


Agora é esperar a ver se o "feitiço" funciona

sábado, 4 de junho de 2016

terça-feira, 31 de maio de 2016

eu pensei aderir aquela cena do "capsule wardrobe"...

Mas claramente não consigo resumir a minha vida a tão poucas peças de roupa.

Antes




(o meu roupeiro inteiro)

(um armário que tenho no quarto e que ocupei também)

(a roupa que tinha saído da máquina de levar porque trouxe de Portugal)



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Depois





(coloquei as camisolas mais grossas e um casaco de inverno naquelas bolsas que guardam a vácuo)

(a roupa que vai ser dada)

(a roupa que vai para o lixo ou que servirá para umas experiências costurísticas)