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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Só agora entendi que não posso fazer tudo o que quero.

O dia tem 24 horas e dê as voltas que der nunca chega para tudo o que quero, posso ir fazendo cedências mas nunca é suficiente

Sou perfeccionista e isto destrói-me por dentro, sério

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Família

Sempre ouvi que família são os que te amam.
Hoje aos vinte e um anos e nem sei quantos dias entendo que mais do que amar, família são os que te ajudam na subida e amparam as quedas, e caso contrário, apenas compartem o mesmo sangue que tu.

sábado, 1 de novembro de 2014

Acho que preciso duma bruxa, sempre que algo está a entrar nos eixos em pouco tempo tudo se desmorona.

Dá vontade de mandar tudo à merda 

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

A J.

Já no 9• ano dava-me bem com a J. , deus como eu admiro a J. até hoje. A J. era racional, a J. tinha uns caracóis que odiava e que eu sempre quis dizer-lhe o quão bonitos eram. A J. estudava muito e queria ir para a faculdade como a irmã. A J. não gostava do corpo dela porque todas as revistas lhe diziam que aquele não era o tamanho certo. Quantas vezes eu lhe quis dizer que ela era perfeita, quantas vezes lhe quis dizer que ainda guardo estojo cor de rosa em forma de ursinho que ela me deu pelo aniversário com a lembrança da comunhão que citava uma frase do princepezinho escrito pela mão dela. Quantas vezes lhe quis dizer o quanto a admirava e as palavras nunca me saíam.
Quantas vezes eu guardei moedas para juntar e oferecer-lhe umas all stars brancas ou azuis escuras esperando que ela se sentisse bonita, como se uns ténis fossem mágicos a ponto de a fazer esquecer anos e anos de mentiras que a publicidade lhe meteu na cabeça. Não sei muito da J. hoje em dia, creio que conseguiu a faculdade. Espero que mantenha os caracóis e que um dia me desculpe pelo que quer que seja que eu fiz ou disse e que nos separou. Espero que com ou sem ténis "mágicos" ela tenha conseguido ser feliz consigo mesma, porque no final só nos temos a nós próprios.